Pessoal/Motivacional

Dia Internacional da Igualdade Feminina

Hoje é um dia muito importante pra luta feminista de repercussão mundial, com milhares de eventos e postagens no mundo todo. Já faz muito tempo que essa data é celebrada, em alusão à ratificação da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão a 26 de agosto de 1789, na França.

Mas por que lutamos?

Não lutamos por soberania do sexo feminino, por uma era utópica em que as mulheres seriam o sexo dominante, o feminismo puro luta por igualdade entre os gêneros, respeitando a diversidade, ou seja, equiparando a partir dos preconceitos e privações sofridas, todos os direitos para que as minorias possam ter representatividade frente aos demais.

Vivemos uma sociedade essencialmente patriarcal e machista, onde as mulheres são humilhadas, culpadas e segregadas da sociedade, como se fôssemos inválidas e inferiores. Assim como tantas outras minorias. Isso mesmo não sendo minoria numérica, já que a porcentagem de mulheres no país excede o número de homens, mas por ser subjugada acabamos tendo uma representatividade inferior.

“De acordo com os números, apenas alcançaremos a equidade daqui a 100 anos nas áreas analisadas – empoderamento político, saúde e sobrevivência, participação econômica e acesso à educação. Em 2016, a estimativa era de 83 anos”, ou seja, nunca foi tão difícil ser mulher! Como aponta a pesquisa do Relatório de Desigualdade de Gênero.

Dentro de casa já vemos esses sinais, ser o homem da casa é prover financeiramente o lar, e o perfil de mulher da casa vai pra cuidar, limpar, organizar, alimentar. As funções de mulherzinha. E isso desde criança.

Dentro do universo da blogosfera as coisas vem mudando lentamente, ainda que falar sobre beleza e moda tenha ficado para quem é taxado de mulherzinha, como mulheres, jovens e homossexuais, vamos nos tornando maioria no mercado dominando a cena, nos espalhando pelo universo taxado como masculino, como games, comédia, e atualidades.

Precisamos lutar pelo direito não só de falar do que queremos, mas pelo fato de merecer a mesma visibilidade e respeito.

Não somos o sexo frágil, devemos ser o sexo que nunca vai parar de lutar!

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