Diário da Uy

I forget how to fit.

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“Eu era tão forte, eu costumava ser capaz de passar por todas as pequenas coisas, todos os detalhes, a rotina, dia após dia. (…) Agora tudo que eu tenho é a mim mesmo, minhas responsabilidades, meus deveres, minha lista interminável de coisas para fazer… e minha solidão, a solidão sempre minha – aquela bolha de desespero, sem ar, que está lentamente me asfixiando.”

Não há terra mais verde que um passado de vitórias, mas quando chega uma hora decisiva é inevitável sentir-se abatida, sem forças e confusa.

Quando cai a ficha que o futuro está aí pra ser desbravado pra onde vai a segurança? As dúvidas assolam dos mais simples problemas até querer entender e justificar a existência das coisas mais inexplicáveis.

Existem períodos de transição na vida que precisam ser levados muito a sério, ou só eu que já me acostumei tanto com esses ciclos que não me imagino mais sem, vai saber…

Tem horas que a gente precisa sentar e ver se está sendo só por ser, ou se é realmente necessário saber mudar, romper laços, e ser novo, inteiramente novo.

 Eu esqueci como me encaixar nos moldes…

“A aventura acabou agora? A verdadeira aventura é viver!”

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