Pessoal/Motivacional

#inspire-se: Mudo no Mundo

“Coloquei mudo no mundo para escutar o coração.”

Meus processos mentais apesar de serem confusos sob certos pontos de vista, também são contraditoriamente bem sistemáticos, cada um tem suas formas de conseguir assimilar bem tudo que o rodeias, mas ás vezes fica impossível pra minha cabeça fazer isso quando tá tudo muito submerso. E aí eu desligo tudo.

Nunca é tarde demais para se reavaliar, tentar se encontrar de novo dentro de si, acho que muitas vezes vamos vivendo só por viver, se ajustando ao mundo exterior, sem nem perceber quantos pedaços deixamos pra trás, e pior ainda, quantas partes tomamos como essenciais ao nosso eu, quando na verdade não dizem nada a nosso respeito.

É preciso sempre parar para se reconhecer nas nossas próprias ações, saber que a gente faz o que faz pelo que gosta.

Muita gente não sabe nem explicar porque está no trabalho que está, se gosta, o que sonha, o que  busca, quais seus objetivos ao acordar, ou até mesmo coisas mais triviais. Sendo levadas pelas obras do acaso.

Claro que não podemos ter a ilusão de toda a trilha da nossa vida pode ser decidida hoje a partir de uma “to do list”, mas é justamente o equilíbrio das escolhas e metas juntamente com as oportunidades que a vida nos apresenta que criam uma vida de realizações.

Eu tenho pavor de me perder dentro de mim, de parar um dia e descobrir que estou só empurrando tudo com a barriga.

Ou de viver uma ilusão de alegria quando na verdade eu não tenho noção de onde estou pisando, ou das consequências dos meus atos.

O mundo nos apresenta todo o dia novas possibilidades, e nós precisamos saber interpretá-las.

Não dá nem pra se limitar demais e se fechar de tudo que é diferente do que do já conhecemos, nem tampouco aceitar tudo como meramente normal.

Ter opinião é gostar e não gostar também, dentro dos nossos parâmetros pessoais, e não se deixar levar.

As vezes com essas observações você percebe justamente o contrário, que até aquela música que você ouvia, só por ouvir e não via sentido algum, te trás grandes memórias, ou tem um enorme significado pro seu eu interior.

A verdade é que estamos tão enraizados em preconceitos e opiniões formadas e impostas pelas nossas panelinhas sociais que muita gente não sabe mais nem porque decidiu não gostar de alguma coisa.

Que tal ser mais dinâmicos, abertos, e verdadeiros críticos das coisas em vez de etiquetar tudo com “serve” ou “não serve” antes mesmo de ter uma impressão própria formada?

Quando você entende isso vê que vale desde do que você ouve, até os lugares que você visita, as pessoas que você fala, seu trabalho, sua universidade.

Você escolhe fazer o que você gosta ou o que você foi ensinado a achar que precisava fazer?

Verdades absolutas? Claro que não existem, estamos em eterno processo de mudança. Mas é justamente isso, mudar por nós mesmos.

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“I’ll be back”

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